Casar é uma etapa decisiva na vida de qualquer mulher. E antes que faça um grande erro na sua vida, vale a pena conferir se sabe o suficiente de si e do seu parceiro, bem como ter a certeza que aproveitou a “solteirice” ao máximo.
Dizem que para se conhecer alguém, minimamente bem, é preciso comer um quilo de sal, juntos. Leva tempo. Muito tempo! Mas, por incrível que pareça muitas pessoas ainda se casam só com umas, sei lá... 50 gramas de sal. O resto vai-se comendo na viagem... Política errada!
O propósito do namoro… convém ter a noção que, este período de relacionamento não serve para passar tempo. Serve para conhecer, afinal de contas, quem se espera que seja o nosso parceiro para o resto da vida. Certo? Simples de perceber, não é? Temos de não deixar a paixão, inicialmente intensa, atrapalhar o raciocínio lógico e o bom senso. Aos vinte anos não se sabe nada da vida, e algumas pessoas nem aos trinta, mas adiante…
Cá vão dois conselhos importantes:
Primeiro: já escutou a opinião de alguém que realmente lhe quer bem? Pai ou mãe por exemplo. Se não,faça-o.
Segundo: esse alguém tem capacidade intelectual e experiência de vida para o aconselhar? Eu por exemplo... não há pessoa que me queira tanto bem como o meu pai, mas se eu precisar de um conselho sobre croché (estou a fazer uma colcha), o meu pai, que o único “ponto” cruz que sabe fazer é no totobola, não iria ser o eleito com certeza!
Comecemos pelo mais importante! Questões que devem ser respondidas individualmente: sabe o que quer da vida? É juntar os trapinhos que a vai fazer uma mulher feliz e realizada? Tem noção das privações e do que implica ser casada? E o tal rapazinho, o “escolhido”, já refletiu sobre estas questões? Basta um dos dois estar a dar um passo destes, motivado pelas razões erradas, e o casamento não vai longe!
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